quarta-feira, 19 de novembro de 2008

como sou eu?Márcia Negreda nº8 8ºA

1. Eu sou como o nº 4.



















Porque estou sempre pronta para andar á porrada.





2. Os outros vêem-me como o nº 19.


















Porque eu sou um pouco agressiva, principalmente quando se metem comigo…





3. Gostaria que os outros me vissem como o nº31.























Porque sou amiga dos meus amigos.





4. E que não me vissem como o nº10.




























Porque eu não sou suicida.





5. O colega que se senta ao meu lado esquerdo é como o nº15.































Porque está sempre no mundo da lua…


http://apcmp.blogspot.com/2008/11/como-que-eu-sou.html

Como sou eu?

1. Eu sou como o nº 6 .Porque estou sempre feliz e a ir.





2. Os outros vêem-me como o nº24. Porque estou sempre contente.




3. Gostaria que os outros me vissem como o nº19. Porque era para terem medo de mim.







4. E que não me vissem como o nº28.Porque eu não sou marrona.








5. O colega que se senta ao meu lado esquerdo é como o nº15. Porque esta sempre a falar comigo.

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Quantas vezes o aço pode ser reciclado?Como funciona a reciclagem do aço?

A reciclagem de aço é o reaproveitamento do aço utilizado em objetos que já não estão funcionando para produzir novos objectos.O aço é utilizado em diversos materiais, desde latas até carros. Sua reciclagem é tão antiga quanto a própria história de sua utilização. O aço pode ser reciclado infinitas vezes, com custos menores e menos dispêndio de energia do que na sua criação inicial.Ele pode ser separado de outros resíduos por diversos processos químico-industriais e voltar a ser utilizado sem perder suas características iniciais.A lata de aço é uma das embalagens mais utilizadas em todo mundo para acondicionar alimentos e produtos diversos. A embalagem pode ser biodegradada pelo próprio ambiente, através do processo de ferrugem, num prazo médio de três anos. Porém o aço, se aproveitado, pode gerar economias e menos agressão ao meio ambiente.Estudos dizem que a cada 75 latas de aço recicladas, uma árvore é salva, pois, do contrário, viraria carvão vegetal.O aço também é muito utilizado na construção civil para sustentar estruturas de concreto. A reciclagem de entulho da construção civil também é bastante importante.

Como funciona a reciclagem de óleos de automóveis?

Teoricamente, um óleo usado não perde as suas propriedades de lubrificante, mas, devido às alterações dos aditivos e ao aumento dos contaminantes, torna-se impróprio para a utilização para a qual estava destinado e, por isso, será considerado como óleo usado. Como é sabido, um óleo lubrificante durante o funcionamento do motor sofre aquecimentos que alteram as propriedades dos aditivos, mistura-se aos gases do combustível queimado, recolhe partículas metálicas por desgaste das partes em atrito e queima-se, produzindo o que vulgarmente se chama de carvão do motor.

Existe alguma câmara municipal que faça esta recolha em Portugal?

Sim.

Onde podemos fazer a Reciclagem de Equipamentos electrónicos em Portugal?

Mais de 80 por cento dos portugueses não sabem como encaminhar para reciclagem resíduos de equipamentos eléctricos e electrónicos (RREE), revela um estudo da associação Amb3E, escreve a Lusa. O número de portugueses que não sabem encaminhar para reciclagem os REEE é de «uma importância extrema» e revelador de que «ainda há muito trabalho a realizar nesta matéria junto do cidadão-consumidor, trabalho esse que tem de ser mais esclarecedor e mais elucidativo», defende o director geral da Amb3E - Associação Portuguesa de Gestão de Resíduos de Equipamentos Eléctricos e Electrónicos - Fernando Fontoura, citado em comunicado de imprensa. «Se, por um lado, as pessoas demonstram estar susceptíveis a esta realidade, por outro, ainda não sabem como fazer para proceder correctamente à reciclagem dos seus REEE, é por aí que temos de ir, sensibilizar, informar e esclarecer», acrescenta o director geral da Amb3E. De acordo com os resultados do estudo, os inquiridos atribuem um alto grau de importância à reciclagem em termos gerais - 4,83 numa escala de 1 a 5, em que 1 é «nada importante» e 5 «muito importante» -, 87 por cento já ouviu falar de REEE e, entre esses, 65 por cento sabe a que se aplica. No entanto, e para além dos números que dão conta dos 81,8 por cento de inquiridos que não sabem encaminhar para reciclagem os REEE, o estudo revela também que 38,4 por cento nunca realizou este tipo de reciclagem e que os inquiridos se revelam pouco informados sobre a REEE - 2,27 numa escala de 1 a 5, em que 1 é «nada informado» e 5 «muito informado». Apenas 28,5 por cento dos inquiridos afirma fazer sempre ou frequentemente a reciclagem de REEE. «Exactamente porque o número de pessoas é ainda diminuto, a Amb3E tem vindo a realizar um enorme esforço em dotar o país de Centros de Recepção, onde as pessoas podem, de forma gratuita, depositar os seus REEE. Conseguimos hoje estar em todas as regiões de Portugal continental e ilhas», diz Fernando Fontoura. Reciclar porquê? Questionados sobre a razão mais importante para reciclarem REEE, 41,2 por cento dos inquiridos responderam «para reduzir a quantidade de lixo e poupar energia»; 34,5 por cento «porque são lixos perigosos»; e 24,3 por cento «porque ainda podem ser úteis». Perto de metade dos inquiridos afirmaram ter deixado o seu último aparelho eléctrico ou electrónico avariado na rua para ser recolhido pelos serviços da Câmara Municipal e 52,5 por cento gostaria que a entrega para reciclagem dos REEE fosse feita através da recolha dos equipamentos avariados por parte da empresa que entrega os novos equipamentos. «Telefonar a pedir a recolha em casa» e «depositar num centro de recolha» são ainda formas de entregar REEE para reciclagem citadas por um total de 69,6 por cento dos inquiridos. Sobre a campanha «Livre-se do seu mono já», da responsabilidade da Amb3E, 55 por cento dos inquiridos viu e recorda-se da campanha, e destes 98,2 por cento apreenderam a mensagem.




Como funciona a Reciclagem de óleos alimentares?

Óleos Alimentares e o ambiente-a eliminação dos óleos alimentares nos dias de hoje oferece risco elevado para meio ambiente, uma vez que estes quando lançados pela rede de esgotos ou depositados em aterro, provocam impactes negativos elevados. Dados relativos ao nosso Pais, mostram que em cerca de 125 mil toneladas deste resíduo, apenas 3000 são recolhidas. Relativamente ao óleo alimentar é possível este ser utilizado para fabricar sabão, ou produção de combustível para motores a diesel. Outra hipótese, é a sua reciclagem, a fim de se obter biotites. A utilização deste óleo em motores diesel oferece vantagens a nível da qualidade do ar, sobretudo no que se refere à emissão de partículas,enxofre e nulidade no que se refere a dióxido de carbono. Mesmo quando os ésteres são usados em mistura com gasóleo, as emissões de partículas sofrem uma redução até aos 40%.Os ésteres contêm pouco enxofre (menos de 0,05% contra os 0,26% do gasóleo) e não possuem compostos aromáticos. Por outro lado, não contribuem para GEE, Além de que é alternativa em relação ao combustiveis fosseis. Salienta-se porém, que estes óleos ao resultarem da fritura de alimentos, não mantém as suas propriedades originais, dado que este sofre transformações: particulas em suspensão devido a restos de comida, em termos quimicos passam a ser polinsaturados devido ao aquecimento(acima de 180ºC). Lembra-se o Eng. Rudolf Diesel que já em 1911 escreveu chamava a atenção para a utilização de óleo alimentar nos motores a diesel. Em 1900 numa Exposição em Paris, foi apresentado um pequeno motor a Diesel que trabalhava com óleo de amendoim e note-se que ninguem se deu conta de que assim se tratava. Porém a utilização directa levanta alguns incovenientes, desde formação de depósitos nos injectores, entupimentos,desgaste devido aos ácidos livres, fumos,consumo superior, arranque menos favorecidos. Uma das alternativas colocadas foi usar ésteres resultantes da transesterificação dos óleos vegetais. O uso de ésteres apresenta algumas vantagens importantes, e testes provam que este pode ser usado directamente:Menor viscosidadeFiltrabilidade a temperaturas baixasMaior índice de cetano (por vezes superior ao gasóleo)Arranque a frio mais facilMotores mais silenciososJá existem certificações de produtos para o uso de ésteres em algumas marcas de automóveis, sobretudo: Audi, Volskwagen, Peugeot, Mercedes, Volvo ,BMW, Ford e a Chrisler. Utilizando fracções de 10% de biodisel e 90% de gasóleo é possivel o uso directo em qualquer motor, sem que este tenha que ser sujeito a ajustes. Se as vantagens são tão evidentes, então porque não se rentabiliza esta medida, sobretudo nos centros urbanos, onde o trafego é intenso? Em termos económicos é importante criar um ambiente político económico favorável à adopção generalizada como substituto do gasóleo. Presentemente, o biodiesel é importado de Espanha, mas recorde-se que em tempos houve uma acção para aproveitamento do óleo de girassol plantado na região alentejana com a sua posterior transesterificação e utilização na frota de autocarros da Carris. O governo considerou inviável esta medida, dado que não contabilizou os subsidios associados à colheita, mas apenas ao preço da sua sementeira e colheita e preço final de óleo. Se a reciclagem do óleo oferece vantagens ambientais, sociais e económicas, não seria justo promover a sua reciclagem? Se foi criado o petão, porque não criar o óleão? Porque não sensibilizar as pessoas e os restaurantes, como responsáveis dos resíduos que produzem a tratá-los de forma conveniente? Afinal para que serve a lei, se ela é ignorada por todos? Curiosidade: Já é possivel falar em reciclagem de garrafas de óleo, compostas essencialmente por PET, anteriormente colocadas no contentor municipal com destino final em aterro sanitário. A problemática associada a este tipo de residuos, dado o seu caracter fisico-quimico, já é ultrapassavel, pela sua reciclagem. Deste modo, além de se reduzir os residuos depositados em aterro, aumentando o seu tempo de vida util, passa a produzir-se roupa, endredons ou isolamentos acusticos. Os plásticos são dos resíduos não dificeis de reciclar, com esta medida a taxa de reciclagem subirá em cerca de 7%. Quando estes são caracterizados pela composição elevada em gordura e elevado risco de contaminação, este problema toma dimensões maiores ainda, dado que a gordura não desaparecia na lavagem e impossibiltava o processo. Este problema foi resolvido pelo equilibrio entre a quantidade de detergente e temperatura da lavagem.Deste modo, o produto obtido, possibilita gerar outros materiais compostos essencialmente por fibras texteis. Agora, já se pode falar em reciclagem das garrafas de óleo alimentar, fazendo todo o sentido a sua deposição no ecoponto amarelo.